*** Nota do autor: Algumas reflexões sobre os últimos dias e tendências tempestivas de uma história sem final feliz.
Parte I - Inexistência
Algumas vezes pensar, é impossível desacreditar mas é real
E alguém nesse julgamento sujo, servos desses marmanjos
E visto por cima ou de qualquer direção, abominavelmente
Simplesmente quarta feira, ou talvez seja o presente
E nem adianta, não se compra e não se demonstra; infidelidade
Contra os princípios e neles a crueldade, mas aqui além
Felizmente indisposto a rever a cartilha, sei muito bem
Utópico ao extremo, nunca existiu nem um 'também'...
Parte II - Descrer
Tentar é facção, tentar é perdedor e sem efeitos para hoje
Afinal, qual é o verdadeiro sentido dessa epopéia aqui?
Qual é a razão de todo sofrimento implícito nos desejos
Tão ímpares quanto aquelas condições infrutíferas
Não sei ao que, mas insistem em morrer; insistem em tentar
Insistem proteção... parecem muito bem, parecem tão além
Ainda não sei, mas essa descrença que assola tem razão
Vamos viver um talvez, ou talvez um viver.
Parte III - Reencontros
Ver proporciona razões em utilidades controversas, aqui está
E me trata qualquer coisa, devora pois és um monstro apático
Como eu felizmente, diferente em troco de alguma coisa afim
Mas talvez mais uma farsa imbecil que foi criada
E nessas canções de tarde, pessoas agressivas e infestadas
Talvez o fim da jornada, como eu, pois faço parte disso
Tenho o direito de fazer o que me permite, pois escravo
Deitado sobre o sereno te percebo e somente lamento.
sábado, 18 de abril de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
(Ir)Racional
As vezes algumas vezes; e muitas vezes ainda é presente
Jogar e incompreender, somos campeões do egocentrismo
E até que falar é fácil, vivo a repetir e a idolatrar
Enquanto eles estão sempre indispostos a chegar
Seus atos se tornaram abomináveis, sua distância aquém
Meus sentidos se despertaram cedo demais; proteção
Na beira desse lago mais gosto de sal, menos molho
Uma imensidão de forasteiros e uma alma podre.
(Renan)
Nota do Autor: Preconceito religioso é algo tão repugnante contra preconceito racial. Se sois melhores que os demais pela tua crença, que sejas feliz com ela.
As vezes algumas vezes; e muitas vezes ainda é presente
Jogar e incompreender, somos campeões do egocentrismo
E até que falar é fácil, vivo a repetir e a idolatrar
Enquanto eles estão sempre indispostos a chegar
Seus atos se tornaram abomináveis, sua distância aquém
Meus sentidos se despertaram cedo demais; proteção
Na beira desse lago mais gosto de sal, menos molho
Uma imensidão de forasteiros e uma alma podre.
(Renan)
Nota do Autor: Preconceito religioso é algo tão repugnante contra preconceito racial. Se sois melhores que os demais pela tua crença, que sejas feliz com ela.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Megapost: Poemas atrasados, etc etc...
Sufocar
Já que são assim, o que fazer para não ser realmente? Não ser...
Pois é, pois não para ser mais exato; ainda que incompetente
Ainda que incoerente; mesma coisa com esses procedentes
Efeitos avassaladores numa madrugada, ou quarenta
Passando pelo corredor; melhor maneira é correr como nunca
Corre e foge desta loucura desenfreada, não possui vontade
Não possui mais nada, tão pouco oxigênio tóxico mas belo
Efeito sufocante de uma tentativa infrutífera.
(Renan)
Nota do Autor: Angústia sufocante de ver planos naufragarem....
Remover dispositivos com segurança
Pensei que fossem meses, escolas, qualquer tipo de coisa
Pior é estar aqui, ver que tudo está correndo além
E nessas vidas sem retorno a inspeção do contorno
Deliberadamente avassaladoras, efeito tempestoso
Mas ainda tenta, não te admiro tanto por isso como pensas
Pelas tardes de janeiro, fevereiro ou qualquer dia de lá
Não me importa tanto; estou acostumado a ser aqui-ali
Seguramente um sonho impossível e inseguro.
(Renan)
Nota do Autor: Viver na realidade é desgastante, porém necessário.
Mal me quer, mal me quer
Hoje te esperei a tarde toda, a noite toda, a manhã toda
Hoje te larguei por uns minutos, mas ainda estou a toa
Hoje te superei e pensei, hoje te vi e voltei atrás
Hoje não me quer, ontem também, anteontem, mês passado.
(Renan)
Nota do Autor: Necessidade de aceitação... não importa como, nem de onde vem;
Adição
Se estivesse de pé, debruçado sobre os afazeres talvez melhor
Nessa situação adversa, sangue dos olhos, sangue dos dentes
Sangue por toda a parte nesse chão; lutar jamais, nunca...
Lutar e ser forte é coisa pra críticos norte-americanos
Não que se entenda, é difícil demais até tatear a situação
E sabemos, há dias atrás, hoje algo muito mais, acredite
Mas nessa conta foi impar, um dia foi três e um se foi
Hoje cento e dez, pois estou alheio a querer voltar.
(Renan)
Nota do Autor: Como viver se mal sabemos somar?
Carta de adeus
Essas mangas não suportam lágrimas, por isso vou
E não será o mesmo, em plana noite daqui a dias
Exatamente pior, mas não quero que sofras mais
Honestidade de querer mudar, sem você incapaz
Sentirei falta das suas cartas, das brigas de paz
E das reconciliações; isso é mais forte que nós
Não nos levará a nenhum lugar, isso é mais forte
Mochila e álbuns; sonhos pra não mais voltar.
(Renan)
Nota do Autor: Adeus só existe para os fortes.
Sufocar
Já que são assim, o que fazer para não ser realmente? Não ser...
Pois é, pois não para ser mais exato; ainda que incompetente
Ainda que incoerente; mesma coisa com esses procedentes
Efeitos avassaladores numa madrugada, ou quarenta
Passando pelo corredor; melhor maneira é correr como nunca
Corre e foge desta loucura desenfreada, não possui vontade
Não possui mais nada, tão pouco oxigênio tóxico mas belo
Efeito sufocante de uma tentativa infrutífera.
(Renan)
Nota do Autor: Angústia sufocante de ver planos naufragarem....
Remover dispositivos com segurança
Pensei que fossem meses, escolas, qualquer tipo de coisa
Pior é estar aqui, ver que tudo está correndo além
E nessas vidas sem retorno a inspeção do contorno
Deliberadamente avassaladoras, efeito tempestoso
Mas ainda tenta, não te admiro tanto por isso como pensas
Pelas tardes de janeiro, fevereiro ou qualquer dia de lá
Não me importa tanto; estou acostumado a ser aqui-ali
Seguramente um sonho impossível e inseguro.
(Renan)
Nota do Autor: Viver na realidade é desgastante, porém necessário.
Mal me quer, mal me quer
Hoje te esperei a tarde toda, a noite toda, a manhã toda
Hoje te larguei por uns minutos, mas ainda estou a toa
Hoje te superei e pensei, hoje te vi e voltei atrás
Hoje não me quer, ontem também, anteontem, mês passado.
(Renan)
Nota do Autor: Necessidade de aceitação... não importa como, nem de onde vem;
Adição
Se estivesse de pé, debruçado sobre os afazeres talvez melhor
Nessa situação adversa, sangue dos olhos, sangue dos dentes
Sangue por toda a parte nesse chão; lutar jamais, nunca...
Lutar e ser forte é coisa pra críticos norte-americanos
Não que se entenda, é difícil demais até tatear a situação
E sabemos, há dias atrás, hoje algo muito mais, acredite
Mas nessa conta foi impar, um dia foi três e um se foi
Hoje cento e dez, pois estou alheio a querer voltar.
(Renan)
Nota do Autor: Como viver se mal sabemos somar?
Carta de adeus
Essas mangas não suportam lágrimas, por isso vou
E não será o mesmo, em plana noite daqui a dias
Exatamente pior, mas não quero que sofras mais
Honestidade de querer mudar, sem você incapaz
Sentirei falta das suas cartas, das brigas de paz
E das reconciliações; isso é mais forte que nós
Não nos levará a nenhum lugar, isso é mais forte
Mochila e álbuns; sonhos pra não mais voltar.
(Renan)
Nota do Autor: Adeus só existe para os fortes.
segunda-feira, 30 de março de 2009
Ódio
Ao te ver, fatidicamente em repetições, todas elas eram iguais
Não pude evitar, aproximei-me mais, sempre nada diferente
Sempre tudo na medida e simetria; enojo-me ferozmente
Sinto vontade de fazer o que deveria ter feito
Nessas armas mais genéricas alguma coisa de sucesso, eu fui
Por várias vezes, imperfeito todos somos; e não me venha
Não me diga que é daqui ou de lá, não quero mais ouvir
Prefiro esse silêncio e na sombra repousar-me sozinho.
(Renan)
Nota do autor: Odiar é necessário...
Ao te ver, fatidicamente em repetições, todas elas eram iguais
Não pude evitar, aproximei-me mais, sempre nada diferente
Sempre tudo na medida e simetria; enojo-me ferozmente
Sinto vontade de fazer o que deveria ter feito
Nessas armas mais genéricas alguma coisa de sucesso, eu fui
Por várias vezes, imperfeito todos somos; e não me venha
Não me diga que é daqui ou de lá, não quero mais ouvir
Prefiro esse silêncio e na sombra repousar-me sozinho.
(Renan)
Nota do autor: Odiar é necessário...
domingo, 29 de março de 2009
Solúvel
Ainda não aprendi a me expressar, as vezes fica o vazio
Silencia mesmo aos gritos; identifica-se o escrito
E todas as vezes que te toco, não ouço mais nada
Pois nunca ouvi coisa alguma de ti
Parecia tão ameno, sincero; mas ainda faltava algumas
E como essas feridas me sufocam atualmente, entenda
Mesmo que seja alguém, sou mais um, sou civil
Sou indesejavelmente afoito e aquém por você.
(Renan)
Nota do autor: Contra você, somente você.
Ainda não aprendi a me expressar, as vezes fica o vazio
Silencia mesmo aos gritos; identifica-se o escrito
E todas as vezes que te toco, não ouço mais nada
Pois nunca ouvi coisa alguma de ti
Parecia tão ameno, sincero; mas ainda faltava algumas
E como essas feridas me sufocam atualmente, entenda
Mesmo que seja alguém, sou mais um, sou civil
Sou indesejavelmente afoito e aquém por você.
(Renan)
Nota do autor: Contra você, somente você.
Desistir
Menos que semanas, ainda que seja tão tarde para se despedir
Me peça mais um café, talvez não vá; mas provavelmente sim
Provavelmente estarei longe demais dentro de alguns dias
Vou comemorar essa solidão, comprar algumas futilidades
Não sei se é assim, mas não foi feita para mim; eu entrego
Passo para frente tudo que sonhei e os dias que citava
Sei que não sou e nem serei, sei que existem climas
Arrumo as malas, desisto de você para sempre.
(Renan)
Nota do autor: Desistir remete uma luta contra o egocentrismo de perder.
Menos que semanas, ainda que seja tão tarde para se despedir
Me peça mais um café, talvez não vá; mas provavelmente sim
Provavelmente estarei longe demais dentro de alguns dias
Vou comemorar essa solidão, comprar algumas futilidades
Não sei se é assim, mas não foi feita para mim; eu entrego
Passo para frente tudo que sonhei e os dias que citava
Sei que não sou e nem serei, sei que existem climas
Arrumo as malas, desisto de você para sempre.
(Renan)
Nota do autor: Desistir remete uma luta contra o egocentrismo de perder.
Olhos cinzas
Periodicamente, ainda que infinitamente exposto novamente
Mas quem sabe mais sério, menos informal dessa vez...
Naquele dia em que se aproximava, correr; fugir daqui
Impróprio, agora tarde para anseios
Mesma coisa desde então, telefones, cartas, pensamentos
Anseios de milhões e tristeza quase sempre, solicitais
Evitais que alguma praga nos traga sofrimento, conheça
Solidão e descrença nos teus olhos são a recompensa.
(Renan)
Nota do autor: Algumas vezes nem todos querem ser felizes...
Periodicamente, ainda que infinitamente exposto novamente
Mas quem sabe mais sério, menos informal dessa vez...
Naquele dia em que se aproximava, correr; fugir daqui
Impróprio, agora tarde para anseios
Mesma coisa desde então, telefones, cartas, pensamentos
Anseios de milhões e tristeza quase sempre, solicitais
Evitais que alguma praga nos traga sofrimento, conheça
Solidão e descrença nos teus olhos são a recompensa.
(Renan)
Nota do autor: Algumas vezes nem todos querem ser felizes...
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