Old begin
I was there since you remember, I was sad but doesn´t matter
Walking with the pride on my hands, against the body
Too deep to understand , the most hard experience of my life
Bring a little sense to this fucking mind.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Anorexia
Outro dia se foi, tudo é realmente rápido como diziam...
Sem escalas pré-moldadas, não há tempo para mais nada
Me esqueço algumas vezes, só me olho no espelho
Isso pelas manhãs, nem me digo 'boa noite' como antes.
Realço esses dias como travessias para o inesperado;
Fúteis mas importantes, certezas absolutas
Mas quando dissestes alguma coisa pasmei
Desconheço, tudo estava bem...?!?
Outro dia se foi, tudo é realmente rápido como diziam...
Sem escalas pré-moldadas, não há tempo para mais nada
Me esqueço algumas vezes, só me olho no espelho
Isso pelas manhãs, nem me digo 'boa noite' como antes.
Realço esses dias como travessias para o inesperado;
Fúteis mas importantes, certezas absolutas
Mas quando dissestes alguma coisa pasmei
Desconheço, tudo estava bem...?!?
Perícia
Cabelos bem molhados, passo acelerado; contovérsias....
Não me lembro de ter efetuado alguma sequência imprópria
Nem sequer ter jogado aqueles sentimentos fora, nenhum fracasso;
Eu náufrago de algum milagre, espero realmente por algo
Sem mensagens subliminares e estilo, algo real
Deitado sobre a timidez observo, não entendo
Santana de 2005, algum dia de setembro, novembro, ou 2009.
Cabelos bem molhados, passo acelerado; contovérsias....
Não me lembro de ter efetuado alguma sequência imprópria
Nem sequer ter jogado aqueles sentimentos fora, nenhum fracasso;
Eu náufrago de algum milagre, espero realmente por algo
Sem mensagens subliminares e estilo, algo real
Deitado sobre a timidez observo, não entendo
Santana de 2005, algum dia de setembro, novembro, ou 2009.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Alto-auto-retrato
Certas coisas envolvem cartilhas, fato é que me pego desesperado quando existe alguma ausência de cartilhas didáticas. Hoje me perguntei tantas coisas que nem teria espaço no post pra tanto.
Enfim, saber perdoar é uma virtude, mas existem coisas que vão além da natureza. Naquele dia 21 de novembro nasci e óbviamente com instintos de escorpião eu cresci. Toda vez acuado me torno letal, ferroada certeira capaz de derrubar coisas muito maiores do que eu, ou do que imagino. Medo, sei lá, palavra genérica pra muita coisa, mas hoje me sinto amedrontado. Depois de muitos anos me sinto com estopins suficientes pra destruir algo que sonhei a vida toda. Tudo pq me sinto q estou acanhado, e sei o quanto isso é destrutivo.
Já pensei muitas vezes que iria terminar minha vida sozinho, e acredito muito nisso em momentos como esse. Imagino-me com idade avançada, ranzinza, careca, torcendo pelo São Paulo e lembrando das glórias do passado, lembrando dos tempos da escola, dos tempos em que tudo era mais claro e de todas as coisas que perdi por ter esse temperamento extremista. Ou estou muito bem, ou estou muito mal. E a polaridade ocorre com alguma frequência, mas só demonstro quando não consigo suportá-la (coisa rara, acredite).
Nessa vida sempre fiz de tudo um pouco e vivi muitas coisas também, conheci pessoas que por algum tempo na minha vida cativaram, então me apeguei a elas... o igual entre elas? O mesmo fim. Minha vida é cercada por desafios, por isso assumo as calças que visto hoje, já passei por pessoas com problemas de dependência química, com problemas de afirmação na sociedade, complexo de inferioridade, individualistas... enfim...
O que sou hoje? Tenho muitas coisas que sempre quis... é um fato, não posso reclamar. Sou verdadeiro até a morte (Straight Edge), um romântico, um quase-poeta, um quase-músico, alguém sensível, que adora quadrinhos, que adora um cantinho a dois, que adora assistir desenho e Chapolin. Hoje tenho o punk, tenho minhas ideologias, tenho a mente limpa, desejos de crescer, meu time de futebol que amo (o São Paulo F.C.). Essas coisas são minhas, o que construi sozinho. O que chamam de individualidade...
Vou terminando por aqui, já me sobram vontades de descansar e saber de amanhã, e se ele chegar, espero que seja melhor que hoje.
Não sei quando haverá uma continuação de tudo isso, mas te conto quando ela se desenrolar, algo me diz que é um prólogo somente...
Abraços e escovem os dentes, eles são realmente úteis
Renan
Certas coisas envolvem cartilhas, fato é que me pego desesperado quando existe alguma ausência de cartilhas didáticas. Hoje me perguntei tantas coisas que nem teria espaço no post pra tanto.
Enfim, saber perdoar é uma virtude, mas existem coisas que vão além da natureza. Naquele dia 21 de novembro nasci e óbviamente com instintos de escorpião eu cresci. Toda vez acuado me torno letal, ferroada certeira capaz de derrubar coisas muito maiores do que eu, ou do que imagino. Medo, sei lá, palavra genérica pra muita coisa, mas hoje me sinto amedrontado. Depois de muitos anos me sinto com estopins suficientes pra destruir algo que sonhei a vida toda. Tudo pq me sinto q estou acanhado, e sei o quanto isso é destrutivo.
Já pensei muitas vezes que iria terminar minha vida sozinho, e acredito muito nisso em momentos como esse. Imagino-me com idade avançada, ranzinza, careca, torcendo pelo São Paulo e lembrando das glórias do passado, lembrando dos tempos da escola, dos tempos em que tudo era mais claro e de todas as coisas que perdi por ter esse temperamento extremista. Ou estou muito bem, ou estou muito mal. E a polaridade ocorre com alguma frequência, mas só demonstro quando não consigo suportá-la (coisa rara, acredite).
Nessa vida sempre fiz de tudo um pouco e vivi muitas coisas também, conheci pessoas que por algum tempo na minha vida cativaram, então me apeguei a elas... o igual entre elas? O mesmo fim. Minha vida é cercada por desafios, por isso assumo as calças que visto hoje, já passei por pessoas com problemas de dependência química, com problemas de afirmação na sociedade, complexo de inferioridade, individualistas... enfim...
O que sou hoje? Tenho muitas coisas que sempre quis... é um fato, não posso reclamar. Sou verdadeiro até a morte (Straight Edge), um romântico, um quase-poeta, um quase-músico, alguém sensível, que adora quadrinhos, que adora um cantinho a dois, que adora assistir desenho e Chapolin. Hoje tenho o punk, tenho minhas ideologias, tenho a mente limpa, desejos de crescer, meu time de futebol que amo (o São Paulo F.C.). Essas coisas são minhas, o que construi sozinho. O que chamam de individualidade...
Vou terminando por aqui, já me sobram vontades de descansar e saber de amanhã, e se ele chegar, espero que seja melhor que hoje.
Não sei quando haverá uma continuação de tudo isso, mas te conto quando ela se desenrolar, algo me diz que é um prólogo somente...
Abraços e escovem os dentes, eles são realmente úteis
Renan
sábado, 8 de agosto de 2009
Bater
Restava-lhe alguns segundos até que fostes, se pudesse?
Mas que ao tentar, pois a vida se racha a tentativas
E nem sempre; oras, mover-se para a direita é duro
Ou talvez esquerda, era dia de solidão imensa mesmo
Eis que se parte, fortemente abraçados sobre a vista
É o fim, se quebra, se tranquiliza contrariamente
Pois mais cinco minutos de calma seriam absolutos
Caindo entre as palavras rudes, sempre me aguento
E padeço, hoje não quero nada além de um sinal
Algo pra descansar, talvez seja realmente uma praga
Nesses barulhos de gigante tortura, depressivos
Poeta logo cai, é a relatividade.
(Baseado em fatos mais que reais)
Restava-lhe alguns segundos até que fostes, se pudesse?
Mas que ao tentar, pois a vida se racha a tentativas
E nem sempre; oras, mover-se para a direita é duro
Ou talvez esquerda, era dia de solidão imensa mesmo
Eis que se parte, fortemente abraçados sobre a vista
É o fim, se quebra, se tranquiliza contrariamente
Pois mais cinco minutos de calma seriam absolutos
Caindo entre as palavras rudes, sempre me aguento
E padeço, hoje não quero nada além de um sinal
Algo pra descansar, talvez seja realmente uma praga
Nesses barulhos de gigante tortura, depressivos
Poeta logo cai, é a relatividade.
(Baseado em fatos mais que reais)
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Vida miserável de Matheus
(1o Momento) - 40 minutos
Momento explícito, guiar-se nessa autonomina, enfim
Perceber que aquilo era câncer, fraqueza, doença
Já a correr, acelerado, passo apertado, coração
Finalmente desmaios; se por a dormir, é o fim
Dessa vez para não acordar e não sumir...
Até ali estático, inerte, incerto e aflito
Alguns minutos de tudo e o resto de nada.
(2o Momento) - Sorrir para eles
Aversão a tudo, deveria ter se oferecido aos leões
Talvez digno; provavelmente justo pois tudo eras
Antes a perder, antes de vencer, antes de lutar
Tudo podes ver e sorrir, senhor de tuas desgraças.
(3o Momento) - Anorexia
Senhor, me empresta tua vida...? Me empresta teu papel?
Pois esses são tantos que não farás, esses turbilhões;
Aquelas luzes a sangrar teus olhos, nossos copos vazios
Sua felicidade e nossa festa; sua tristeza tão profunda
E rancor tão certeiros a se formar, teoria da aceitação.
(4o Momento) - Apatia
Se postes a sangrar infinitamente, desfruta e aproveita
Vermelho escuro sobre os lugares e passagens, és tudo
És uma noite fantástica e merecida, são profetas aqui
E te dirão o que falar, tente se acalmar e não sumir;
Divirta-se a vontade, teus números e tua doença
Nunca irão te abandonar...
(1o Momento) - 40 minutos
Momento explícito, guiar-se nessa autonomina, enfim
Perceber que aquilo era câncer, fraqueza, doença
Já a correr, acelerado, passo apertado, coração
Finalmente desmaios; se por a dormir, é o fim
Dessa vez para não acordar e não sumir...
Até ali estático, inerte, incerto e aflito
Alguns minutos de tudo e o resto de nada.
(2o Momento) - Sorrir para eles
Aversão a tudo, deveria ter se oferecido aos leões
Talvez digno; provavelmente justo pois tudo eras
Antes a perder, antes de vencer, antes de lutar
Tudo podes ver e sorrir, senhor de tuas desgraças.
(3o Momento) - Anorexia
Senhor, me empresta tua vida...? Me empresta teu papel?
Pois esses são tantos que não farás, esses turbilhões;
Aquelas luzes a sangrar teus olhos, nossos copos vazios
Sua felicidade e nossa festa; sua tristeza tão profunda
E rancor tão certeiros a se formar, teoria da aceitação.
(4o Momento) - Apatia
Se postes a sangrar infinitamente, desfruta e aproveita
Vermelho escuro sobre os lugares e passagens, és tudo
És uma noite fantástica e merecida, são profetas aqui
E te dirão o que falar, tente se acalmar e não sumir;
Divirta-se a vontade, teus números e tua doença
Nunca irão te abandonar...
domingo, 14 de junho de 2009
Entrelaços
Não me interessas mais o cinza, prefiro castanho dos teus olhos,
O vermelho do teu querer ou o brilho do teu sorriso, incessantes;
Ameniza a descrença e me faz verdadeiro, me faz respirar e sonhar
Pois são nesses momentos que afaga, nesses momentos me retorna,
Aos montes por aqui te peço tantas coisas, peço sem pedir
Pois a tudo se transformas, és você sobre mim, és sentir
Alguma chance todo dia, te ter para mim, uma vida.
Não me interessas mais o cinza, prefiro castanho dos teus olhos,
O vermelho do teu querer ou o brilho do teu sorriso, incessantes;
Ameniza a descrença e me faz verdadeiro, me faz respirar e sonhar
Pois são nesses momentos que afaga, nesses momentos me retorna,
Aos montes por aqui te peço tantas coisas, peço sem pedir
Pois a tudo se transformas, és você sobre mim, és sentir
Alguma chance todo dia, te ter para mim, uma vida.
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